terça-feira, 24 de abril de 2012

Resumo

            Sim, eu sei, faz tempo que não posto nada, não que alguma alma viva se importe porque obviamente ninguém nunca leu ou lerá essas porcarias que escrevo. De todo modo estava relendo todas as coisas que já escrevi nesses meio virtuais e me dei conta, não que eu já não soubesse, que nunca soube escrever e muito menos me expressar bem. Não que eu não tente, acho que estou adquirindo a mania de repetir "não que..." e isso é realmente irritante. Para falar a verdade as manias de linguagem, de um modo geral, são extremamente irritantes. 
             Já deu para perceber que a minha mania de mudar de assunto repentinamente ainda não morreu. Na verdade eu nunca soube se essa minha mania era de fato uma mania ou é a minha forma de pensar. De fato acho que como a minha cabeça nunca sossega em um só assunto isso afeta a minha maneira de escrever e falar. Está ai um grande motivo de problemas que acontecem na minha comunicação diária com as pessoas. 
             Voltando ao assunto do começo do texto, eu sei que fiquei muito tempo sem escrever mas, o que eu queria escrever mesmo é que andei lendo as  publicações mais antigas e reparei que eles contem muitos erros de português. A partir dessa leitura voltei, mentalmente, a época em que as escrevi e me toquei que realmente faz muito tempo. 
              Reparando bem, os meus interesses, embora já tenham 2 anos as publicações, continuam quase os mesmo, os erros de construção nas frases se mantiveram, a falta de nexo entre os assuntos não mudou e a minha loucura particular parece ser a única coisa que evoluiu. 
               Para, finalmente, honrar o título farei um resumo das coisas que me aconteceram desde o ano de 2010.
               1- Relacionamentos: Tive alguns relacionamentos entre ele um não queria que acabassem, embora nunca tenha feito nada para evitar isso,  outro não queria ter perdido o contato e outro fosse melhor nunca ter acontecido. De qualquer forma hoje me dia namoro e, até agora, sou feliz.
               2- Agora tenho 18 anos, não que isso mude muita coisa.
               3- Coisas que fiz: Fui a uma rave, fiquei bêbada, pulei carnaval (pela primeira vez na vida), transei, subi o Morro da Gávea, andei de bondinho, entrei no mar da Praia da Barra, beijei na chuva, fiquei com um desconhecido, conheci pessoas novas, desconheci pessoas antigas, amei, odiei, quis matar e bati, briguei na escola e começo a pensar que de fato, só agora, é que finalmente começo a viver. Afinal tenho, ou talvez não, muito tempo pela frente para fazer merda e acertar em alguma coisa, finalmente.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Ilusão

        Não ligo em ser usada, só me importa saber. Mas de que adianta, se em nada muda?
        Quero-te mas quero-te de uma forma que não sei explicar. Quero-te bem, quero-te perto, quero-te dentro de mim, porém quero-te o mais distânte possível. Quero-te mal, quero-te humilhado e degradado por saber que no fim à de me magoar mas, mesmo sabendo disso, quero-te perto, quero-te dentro. Essa confusão de querer-te e rejeitar-te me abala, tira meu sono e joga-me aos calmantes.
          De que adiante o saber se em nada mudará? De que adianta esforçar-me em odiá-lo, em afastá-lo se no fundo (embora a superficie deixe transparecer) gosto-te muito ? Não ligo em ser usada, nem quero sabê-lo. Prefiro agarrar-e a ilusão.
          Porque, mesmo que você só me use, a ilusão fixará um sorriso em meu rosto.  

Dito por não dito...DIGO

Pequeno poema que fiz para alguém leia-se Lear
Gosto-te muito


Não posso dizer que meu coração bata só por ti
Pois isto já fazia muito antes
Não posso afirmar que o ar entre e saia de meus pulmões por ti
Pois isso, também, já o fazia a tempos
Não posso te falar que meus pensamentos se voltam única e exclusivamente a ti
Pois, sendo assim, estaria fardada ao fracasso ao atravesar a rua

Apesar de tudo posso afirmar-te que meu coração permanece bombeando
Meus pulmões se inflando
E meus pensamentos flutuando
Por gostar-te muito

Não posso dizer-te que continuo vivendo só por ti
Mas posso afirmar-te que faz parte integrante da vida em mim
Não porque sem ti ela não fisesse sentido
Porém porque contigo ela adiquire outro sentido

Afinal, todos estamos fardados a nos apaixonar mesmo que por breves instantes, puros segundos.

Desculpa!

        Tá! Eu sei que faz tempo que não posto, mas é que eu tenho escrito no papel e tenho esquecido de passar para o blog ( Sim, tenho "I-D-I-O-T-A" escrito na testa). Então ficam aqui as minhas sinceras desculpas, se aceita ou não é problema seu, e vamos aos escritos!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Magoa

        Por que, quando me magoam, sou eu que me sinto "indigna"e inferior?
        Sei lá, é como se a pessoa só me magoasse porque eu não tenho a capacidade suficiente de compreende-la.
        Sabe, de todas as formas, no final não importa porque minha nova era começou, os que me entendiam plenamente estão mortos e só não ou parar porque ainda não chegou a hora, talvez consiga ser melhor em aproveitar o que eles descartaram.
        É, no fundo, espero muito das pessoas.
(Sim, é a Penélope Cruz na foto)

Bienvenue dans ma réalité

        Ódio, sofrimento e dor. Esses são meus objetivos. Serei uma máquina de extermínio em massa, na verdade já o sou mas abdiquei, durante muito tempo, de exercer esse poder.
         Estou acima do bem e do mau, pois o principal são minhas regras. Sigo o terceiro caminho, o meu caminho. Minha jornada só acaba quando eu achar que está bom (ou morrer do nada), enquanto isso não acontece explorarei meus poderes. Serei mais irresistível, usarei tudo que tenho e sempre escondi.
         O medo e o remorso já não habitam em mim e esse é o atestado dessa nova fase (minha própria 'nova era').
         Preparem-se para mudanças, que podem não gostar muito. Eu posso perder o que mais gosto mas, como disse, certos medos não me habitam mais.
         A partir de agora não mais sobrevivo, finalmente vivo. E no final só três lembranças permanecem em mim : Kronos, Pâmela e Daniel - Minha mente sempre repete*.

{pequeno ensaio sobre uma mente pertubada}
* Ver "Telegrama de Moscou" de Carlos Drummond de Andrade.